Teste de potência de amplificador – comparativo real

Tempo de leitura: 3 minutos

Hoje a Audio Prime vai mostrar o resultado do teste comparativo entre amplificadores de diferentes potências. Venha descobrir o resultado!

Uma das dúvidas mais recorrentes que chegam à Audio Prime é em relação à potência dos amplificadores. Por isso nós hoje vamos fazer um teste comparativo entre amplificadores de 80 w a 300 w com a mesma caixa de som para mostrar a diferença de desempenho de acordo com cada aparelho e responder a todas as suas perguntas!

Teste foi dividido em 3 blocos e terá regras

O experimento de hoje vai ser o mais prático possível, sem análises de curva de frequência ou de decibelímetro, por exemplo, que possa distorcer o resultado.

O teste será dividido em três blocos de amplificadores e em todos as mesmas regras serão seguidas:

  • Caixas de som de referência: Control X da JBL, que aceita uma frequência admissível mais alta e é uma das queridinhas da Audio Prime;
  • Uma única música padrão tocada durante 30 s (entrada com bastante agudo, médio subindo gradativamente até finalizar em um grave mais alto);
  • Volume 25 e volume máximo no aplicativo do celular;
  • Volume de graves, médios e agudos no flat (zero);
  • Cabos 100% de cobre, bitola 2 x 2,5 mm.

O que o teste provou na prática

Slim 2000 – A caixa de som foi bem a princípio, mas falta potência na hora em que entra o grave. O som satura, porque ele tenta aumentar em uma condição não existente sem distorção (saturação do áudio).

Slim 3000 – Apesar da semelhança em relação ao volume, houve uma diferença substancial principalmente na hora dos graves, em virtude da impedância causada pelo aumento de 80w (equipamento anterior) para os 120w do atual.

Slim 2500 – Ainda apresenta um pouco de distorção bem perceptível na entrada dos graves, embora não tão forte quanto no Slim 2000.

Slim 3500 – Muito equilíbrio na saída de áudio, com bom padrão de volume.

GR 3800 – Assim como no Slim 3500, o som ficou limpo, um pouco mais alto, mas sem distorção em nenhum momento. Muito provavelmente chegou-se perto da potência admissível das caixas de som, então acreditamos que esse seja o máximo dessas caixas.

GR 5500 – O teste não pode ser realizado porque um dos alto-falantes foi danificado com todos os volumes no máximo.

Na verdade, quando o som passou um pouco mais da metade a caixa de som estourou, por isso é muito importante respeitar a potência admissível das caixas, que no caso era de 200 watts RMS.

Conclusão

É importante ter o alinhamento de expectativa entre o que se quer para o som residencial e o que vai ser instalado. 

Por isso, é preciso respeitar a recomendação de colocar no máximo duas caixas para o Slim 2000 ou quatro se for para som ambiente, por exemplo, principalmente por causa dessa percepção de distorção.

Já para o Slim 3000, com duas ou quatro caixas, a distorção é muito menor. Entretanto, quando forem dois ambientes com um som um pouco mais brando, sem o som sempre no máximo, um amplificador 2500 ou 2700 atende perfeitamente à demanda.

Já se quiser um pouco mais de punch, sem que a caixa perca o grave, deve ser usado no máximo um par de caixas por canal, usando os dois canais para fazer os dois ambientes. Mesmo assim a recomendação é que vale a pena investir um pouco mais no Slim 3500 ou no 3700.

Já com o GR 3800 há mais liberdade de trabalho do som, já que o equipamento, que também pode ter uso residencial, na verdade atende à linha profissional.

E então, gostou do nosso teste de hoje? Continue acompanhando nossos conteúdos para receber sempre dicas quentíssimas sobre home theater e som ambiente!

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