O que um Arquiteto diz sobre Caixas de Som Frontais? (Colab Audio Prime x Richard Gohr)

Tempo de leitura: 4 minutos

Não sabe como conciliar caixas torres ou bookshelfs com um projeto arquitetônico? Veja a opinião do Arquiteto nesse primeiro conteúdo colab da série “Arquitetura & Som”!

Bem-vindos ao primeiro colab da Audio Prime! E a série “Arquitetura & Som Ambiente” não podia começar melhor: com o amigo Arquiteto e designer de produtos Richard Gohr você vai entender como funciona o encontro do som ambiente e do home theater com a arquitetura. Vem com a gente que esse papo está demais!

Impacto das caixas de som bookshelfs e torres na arquitetura

O Arquiteto Richard Gohr é parceiro de longa data da Audio Prime. Juntos, já desenvolveram projetos de todos os tamanhos.

Para Gohr, a questão do impacto das caixas de som bookshelfs e torres na arquitetura chega a ser um assunto polêmico. O principal motivo é que normalmente o projeto do home theater é desenvolvido para um casal. 

Geralmente, segundo ele, quem mais gosta do equipamento aparente é o homem. Já para as mulheres é o contrário: quanto mais embutidos e escondidos os equipamentos, melhor.

Porém, ele diz que nessa área quem normalmente acaba tendo mais peso na decisão é o homem, então a tendência para agradar o cliente é buscar afinar o projeto com a visão dele – mesmo que a aprovação final seja da mulher.

Case de sucesso

A parceria lembra um projeto emblemático de um home theater com tela de 150” e duas caixas torres. A ideia era justamente que o protagonista fosse o som, o que facilitou bastante a montagem da sala.

O Arquiteto lembra que o projeto teve sua origem na primeira ideia do cliente. O que se buscou, então, foi produzir uma sala que primordialmente tivesse um excelente tratamento do som para que não houvesse reverberação que impossibilitasse a potencialidade máxima do equipamento. 

Assim, teto, paredes e painéis de fundo receberam tratamento acústico para que o som não extrapolasse para os demais ambientes. As caixas do tipo torres brancas e todos os demais aparelhos do home theater 7.1 ficaram totalmente aparentes.

Dessa forma, a parte principal foi feita com uma caixa central, duas torres e um telão de 150”, e um projetor Full HD. Já os quatro surrounds foram embutidos no teto acima do sofá.

Como é desenvolvido o projeto arquitetônico com caixas bookshelfs ou torres

Segundo Richard Gohr, no briefing do cliente já dá para entender o resultado desejado. A partir daí é possível traçar a linha de equipamento que pode ser utilizado no home theater. Veja alguns pontos que definem as diretrizes do projeto.

Custo

O custo é primordial para definir o equipamento. Nesse sentido, Gohr sempre gosta de frisar que não adianta colocar uma TV de 80” ou um telão de 150” e o som não ter qualidade equivalente.

Assim, é preciso manter uma linearidade: TV, caixas de som e receiver devem seguir a mesma linha, sem um que se destaque ou abaixe o nível do resultado final. 

Estética

Já a estética depende do local em que o home theater será instalado.

Segundo o Arquiteto, em muitos projetos atuais o home theater é instalado no living da casa. Assim, o equipamento tem que ter um link com a cozinha, que geralmente está aberta com a sala de jantar, etc.

Quando é uma sala isolada, como uma sala exclusivamente de cinema, o projeto fica mais solto, com mais liberdade. 

Estética x caixas de som torres ou bookshelfs: como agregar valor

A Audio Prime concorda e lembra que a relevância da instalação em uma área comum ou em área de passagem. Por isso, mesmo em sistemas com torres a empresa procura usar sempre receivers ou sistemas multiroom que joguem o áudio pela casa.

Para a Audio Prime a parceria com o Arquiteto agrega valor ao casar a estética com o equipamento. Richard Gohr afirma que a parceria é importante para chegar em pontos de integração, tanto estética quanto tecnicamente.

De olho na dica do Arquiteto

Quem não quer abrir mão da qualidade das caixas torres e bookshelfs, nem de um projeto arquitetônico bacana deve ficar ligado na dica de Richard Gohr: chamar um profissional que entenda do assunto. 

E usa o seu próprio exemplo: quando precisa tirar alguma dúvida com o cliente e não sabe como responder, chama quem sabe, a Audio Prime.

Ele cita como exemplo um projeto desenvolvido pela parceria no qual o cliente comprou um modelo de receiver robusto que precisava de muita ventilação – mudando totalmente o rumo da história.

E então, gostou desse primeiro conteúdo colab? Tem alguma dúvida ou sugestão a fazer?

Aproveite e confira também as redes sociais do Richard Gohr, onde você vai encontrar vários projetos em parceria com a Audio Prime:

@richardgohr

@logoarquitetura


RichardGohr


Logoarquitetura

Compartilhe sua ideia com a gente aqui nos comentários que logo respondemos. E fique ligado no próximo conteúdo colab sobre home theater com caixas de som de embutir! 

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